"Borboletas sempre voltam e o seu jardim sou eu!"

Borboletas, Victor e Leo

domingo, 13 de dezembro de 2009

R.P. Tudo começa do início, um garoto chamado Rodrigo Peroni

Sabe... Lá estava aquela menina de óculos. Parada, meio besta. Bem besta pra dizer a verdade. Então chegou um menino. Não, um menino comum. Chegou meu melhor amigo. R.P. ou simplesmente Rodrigo. E esse garoto, fez essa menina muito mais feliz em seus dias de chuva. Sabe aqueles dias em que chovemos por dentro? Esses. Como agradecer pelos banhos de chuva no terraço dos professores? E o livro que tu comprou e nós lemos juntos, como agradecer? E os teus abraços? E as festas no Cord Café? E as poesias perfeitas das nossas terças-feiras, tem como agradecer isso? E a cumplicidade? E a aceitação, por minha pessoa do jeitinho que eu sou? E a fato de tu nunca mentir pra mim? E os coquitéis chiques em que conhecemos escritores? E os garotos e as garotas que conhecemos e simplesmente não comentamos no outro dia? Simplesmente isso é Peroni. O meu Peroni. O meu antes Peroni que Rodrigo, o meu mais nobre amigo. Esse ano que vem vai ser a barra mais pesada de agunatar, afial o que devo fazer sem Lucy nem Peroni pra abraçar? Melhores amigos, que nunca tive. Seria apenas um sonho bonito de um ano perfeito? Espero que não. Não me despertem simplesmente. Continuem sonhando comigo.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Lucy, meu raio da manhã

O que dizer quando todas as palavras tolas já forma ditas? Tudo o que resta na minha nudez de ideias para te agradecer é dizer muito obrigada. Mas como se diz obrigada quando o corpo não sabe expressar o que a alma sente? Lucy, sabe de uma coisa? Eu por muitas vezes penso em te ligar, ouvir a tua voz, ouvir as tuas ideias que tanto parecem com as minhas próprias. Eu queria, se houvesse um jeito é claro, de retribuir esse ano maravilhoso, essa VIDA maravilhosa que tu me deu sem pedir nada em troca. Mas é óbvio que mesmo que eu vivesse mil primaveras não conseguiria. Luciana Brandão. Ou simplesmente Lucy. Simples e grandiosamente Lucy. Tua alma habita meu ser tanto quanto a minha própria, tu faz parte de quem eu me tornei, então por favor, eu IMPLORO na minha insignificância que não esqueças nunca dessa parte de ti que mora em mim. Tu é uma das poucas pessoas que quando eu paro o mundo, paro o meu mundo, para poder pensar em paz, olho pro meu próprio passado condenável posso dizer pra mim mesma; poisé, ela foi uma das poucas pessoas que fizeram TUDO valer a pena. Lucy, tu é o sol que ilumina meus dias cinzentos e os tediosos também. Seria Lucy a fonte da vida? Não sei, mas ela faz a minha valer a pena ser vivida.