Sabe, eu vou pro inferno eu acho. Isso se ele realmente existir depois da vida, pois as vezes penso que vivo nele. Eu não sou católica, luterana, espírita nem ateu. Sou agnóstica. Isso é, apenas admito que não sei ao certo se existe um Deus (ou vários), afinal quem é prepotente o bastante para confirmar ou negar um ser divino mesmo que ele exista? Não a garota que aqui lhes escreve esse termo de aceitação de sua própria ignorância. Eu critico o fanatismo, não das pessoas em si como indivíduos, mas das instituições que não praticam o que pregam e mesmo assim se acham mais certas e cheias de rezão do que toda ciência e tentam passar por cima de tudo. A Igreja católica por exemplo, prega a simplicidade. Mas já deram uma olhada no simplório Vaticano? Eles têm um trono de ouro maciço que com certeza deve valer mais economicamente do que o PIB de muitos países africanos e latino-americanos. O Vaticano é cheio de obras renascentistas igualmente caras, assim como helicópteros e carros modernos. Sabe qual minha surpresa quando visitei a cidade? Tem-se que pagar entrada para visitar! Não que a entrada não valha cada centavo, por todo seu valor artístico e cultural, mas esta Cidade-Estado simplesmente caiu na hipocrisia de seus próprios valores morais. Não que a Igreja Católica não faça coisas boas como ajudar os pobres e acolher crianças abandonadas. Eu apoio por completo TODAS as Igrejas que fazem algo com intuito de ajudar, elas desempenham trabalhos sociais. A religião começou como um movimento de controle e opressão e esse conceito se consolidou através dos séculos e causa polêmica até os dias de hoje. A religião na minha opinião, mesmo sendo criada antes do próprio conceito de positivismo é positivista. Ela tenta guiar o povo como se fosse gado, dizendo-lhe o certo e o errado, o que fazer e o que não fazer, o caminho do céu e o do inferno. Tomo como exemplo outra vez a Igreja Católica, por ser a mais conhecida no Brasil, ela segue leis baseada em um livro escrito há 2000 anos atrás que são alienadas da realidade contemporânea em muitos aspectos. Porque os métodos contraceptivos são tão condenáveis se o feto não tem terminações nervosas formadas? Porque pagar o dízimo à Igreja mais rica do mundo? A Igreja não quer que os fieis pensem, para ela o importante é que eles tenham fé e acreditem cegamente no caminha indicada por elas como os peões indicam o caminhos para o gado tentando impedir que os animais descubram o buraco na cerca. Não sei se é uma coisa ruim como um todo a fé, mas não vejo vantagens em seguir algo que não tem comprovação real (pelo menos não para mim), algo inventado ou distorcido pelos anos e pelas pessoas. Se Deus fosse tão bom como pregam algumas religiões não haveria crianças morrendo com câncer terminal em corredores de hospital. Já que as crianças morrem, ficamos com duas opções, a) Esse Deus não pratica o que prega o que torna-o indigno de confiança ou b) Esse Deus simplesmente não existe. Eu optei pela opção b. Não me atire pedras, seria isso uma coisa tão condenável assim? A minha religião é o "BEM ou ainda o "AMOR" e eu prego esses dois conceitos. Faz tanta diferença assim se uma pessoa pede coisas a um ser divino ou simplesmente pensa positivo ou ainda é céptico e não acredita em nada disso, se essa pessoa pregar o bem? Acho que não. É como um time de futebol, não tem um time certo e outro errado para se torcer. Não concordam comigo quando digo que acreditar em um Deus é como saber que nunca se levará a culpa sozinho por deslizes cometidos? Sempre podemos dizer que foi assim porque Deus quis e tirar o peso dos ombros. Se Deus é onipotente e onipresente porque ir na igreja e se confessar? Se você se arrepender de seus pecados Deus saberá, seguindo essa lógica. Igrejas se contradizem. Críticas construtivas são muito bem vindas, mas pare e pense antes de julgar a opinião dos outros. E se poderem preguem sempre uma religião, o "AMOR", o "BEM".
sábado, 26 de setembro de 2009
Redeção da minha alma
Sabe, eu vou pro inferno eu acho. Isso se ele realmente existir depois da vida, pois as vezes penso que vivo nele. Eu não sou católica, luterana, espírita nem ateu. Sou agnóstica. Isso é, apenas admito que não sei ao certo se existe um Deus (ou vários), afinal quem é prepotente o bastante para confirmar ou negar um ser divino mesmo que ele exista? Não a garota que aqui lhes escreve esse termo de aceitação de sua própria ignorância. Eu critico o fanatismo, não das pessoas em si como indivíduos, mas das instituições que não praticam o que pregam e mesmo assim se acham mais certas e cheias de rezão do que toda ciência e tentam passar por cima de tudo. A Igreja católica por exemplo, prega a simplicidade. Mas já deram uma olhada no simplório Vaticano? Eles têm um trono de ouro maciço que com certeza deve valer mais economicamente do que o PIB de muitos países africanos e latino-americanos. O Vaticano é cheio de obras renascentistas igualmente caras, assim como helicópteros e carros modernos. Sabe qual minha surpresa quando visitei a cidade? Tem-se que pagar entrada para visitar! Não que a entrada não valha cada centavo, por todo seu valor artístico e cultural, mas esta Cidade-Estado simplesmente caiu na hipocrisia de seus próprios valores morais. Não que a Igreja Católica não faça coisas boas como ajudar os pobres e acolher crianças abandonadas. Eu apoio por completo TODAS as Igrejas que fazem algo com intuito de ajudar, elas desempenham trabalhos sociais. A religião começou como um movimento de controle e opressão e esse conceito se consolidou através dos séculos e causa polêmica até os dias de hoje. A religião na minha opinião, mesmo sendo criada antes do próprio conceito de positivismo é positivista. Ela tenta guiar o povo como se fosse gado, dizendo-lhe o certo e o errado, o que fazer e o que não fazer, o caminho do céu e o do inferno. Tomo como exemplo outra vez a Igreja Católica, por ser a mais conhecida no Brasil, ela segue leis baseada em um livro escrito há 2000 anos atrás que são alienadas da realidade contemporânea em muitos aspectos. Porque os métodos contraceptivos são tão condenáveis se o feto não tem terminações nervosas formadas? Porque pagar o dízimo à Igreja mais rica do mundo? A Igreja não quer que os fieis pensem, para ela o importante é que eles tenham fé e acreditem cegamente no caminha indicada por elas como os peões indicam o caminhos para o gado tentando impedir que os animais descubram o buraco na cerca. Não sei se é uma coisa ruim como um todo a fé, mas não vejo vantagens em seguir algo que não tem comprovação real (pelo menos não para mim), algo inventado ou distorcido pelos anos e pelas pessoas. Se Deus fosse tão bom como pregam algumas religiões não haveria crianças morrendo com câncer terminal em corredores de hospital. Já que as crianças morrem, ficamos com duas opções, a) Esse Deus não pratica o que prega o que torna-o indigno de confiança ou b) Esse Deus simplesmente não existe. Eu optei pela opção b. Não me atire pedras, seria isso uma coisa tão condenável assim? A minha religião é o "BEM ou ainda o "AMOR" e eu prego esses dois conceitos. Faz tanta diferença assim se uma pessoa pede coisas a um ser divino ou simplesmente pensa positivo ou ainda é céptico e não acredita em nada disso, se essa pessoa pregar o bem? Acho que não. É como um time de futebol, não tem um time certo e outro errado para se torcer. Não concordam comigo quando digo que acreditar em um Deus é como saber que nunca se levará a culpa sozinho por deslizes cometidos? Sempre podemos dizer que foi assim porque Deus quis e tirar o peso dos ombros. Se Deus é onipotente e onipresente porque ir na igreja e se confessar? Se você se arrepender de seus pecados Deus saberá, seguindo essa lógica. Igrejas se contradizem. Críticas construtivas são muito bem vindas, mas pare e pense antes de julgar a opinião dos outros. E se poderem preguem sempre uma religião, o "AMOR", o "BEM".
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