E lá estava eu na sala do meu psicólogo. E eu disse palavras que não deviam ser ditas. Mas e daí que eu quero fazer Cinema ou licenciatura em História? Dizer que era isso que eu queria. Esse foi meu maior erro. Ele me respondeu quase que imediatamente que eu seria pobre e com uma risada meio cruel me disse que eu moraria com meus pais para sempre. Uma dor apertou bem fundo no peito e um nó na minha garganta me sufocava. Isso me fez muito mal, meu estômago se contorceu fortemente e conter as lágrimas estava ficando cada vez mais difícil. Doeu muito inclusive fisicamente. Eu não queria chorar. Simplesmente não podia. E fui embora de lá mais triste do que me senti nos últimos tempos. Mas o pior ainda estava por vir, a reação dos meus pais. Eu tola contei o que acontecera a eles, dizer que não queria mais ir nesse psicólogo, que ele estava me deixando infeliz. Os dois depois de me escutarem em um silêncio um tanto constrangedor, unânimes disseram que estava na hora de eu acordar para a realidade e desistir dos meus ideais, disseram que eram infantis, pois essas faculdades não eram escolhas boas financeiramente. Não me contive. Me pus a chorar, pouco me importava agora que as lágrimas corressem soltas pela minha face, não vou abrir mão do que eu acredito. Foi de partir meu coração. Quando eu disse: "Não ligo pra dinheiro, roupas caras, carros do ano ou apartamentos, não me importo em pegar ônibus, até prefiro pra falar a verdade, eu me importo em ter amigos, em praticar o que eu prego, em acreditar em alguma coisa e não ser apenas mais uma menininha boba, me importo em saber coisas realmente importantes, me importo com o mundo e me importo em ler livros. Muitos deles. Não é que eu não goste de dinheiro, só que se não posso ter os dois e o destino me obriga a escolher eu opto pela felicidade" e então minha mãe fez o que as mães não deviam fazer. Elas me fez quebrar meus ideais e pisar em mim mesma. Desisti do que acredito, e hoje tudo é uma vil lembrança morta no meu passado. Ela me olhou no fundo dos meus olhos molhados e disse: "Tu não vai ser feliz quando eu estiver velinha e doente e não tiver dinheiro para me pagar hospital". Hoje me inscrevi pra medicina.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Tudo que eu sempre quis
E lá estava eu na sala do meu psicólogo. E eu disse palavras que não deviam ser ditas. Mas e daí que eu quero fazer Cinema ou licenciatura em História? Dizer que era isso que eu queria. Esse foi meu maior erro. Ele me respondeu quase que imediatamente que eu seria pobre e com uma risada meio cruel me disse que eu moraria com meus pais para sempre. Uma dor apertou bem fundo no peito e um nó na minha garganta me sufocava. Isso me fez muito mal, meu estômago se contorceu fortemente e conter as lágrimas estava ficando cada vez mais difícil. Doeu muito inclusive fisicamente. Eu não queria chorar. Simplesmente não podia. E fui embora de lá mais triste do que me senti nos últimos tempos. Mas o pior ainda estava por vir, a reação dos meus pais. Eu tola contei o que acontecera a eles, dizer que não queria mais ir nesse psicólogo, que ele estava me deixando infeliz. Os dois depois de me escutarem em um silêncio um tanto constrangedor, unânimes disseram que estava na hora de eu acordar para a realidade e desistir dos meus ideais, disseram que eram infantis, pois essas faculdades não eram escolhas boas financeiramente. Não me contive. Me pus a chorar, pouco me importava agora que as lágrimas corressem soltas pela minha face, não vou abrir mão do que eu acredito. Foi de partir meu coração. Quando eu disse: "Não ligo pra dinheiro, roupas caras, carros do ano ou apartamentos, não me importo em pegar ônibus, até prefiro pra falar a verdade, eu me importo em ter amigos, em praticar o que eu prego, em acreditar em alguma coisa e não ser apenas mais uma menininha boba, me importo em saber coisas realmente importantes, me importo com o mundo e me importo em ler livros. Muitos deles. Não é que eu não goste de dinheiro, só que se não posso ter os dois e o destino me obriga a escolher eu opto pela felicidade" e então minha mãe fez o que as mães não deviam fazer. Elas me fez quebrar meus ideais e pisar em mim mesma. Desisti do que acredito, e hoje tudo é uma vil lembrança morta no meu passado. Ela me olhou no fundo dos meus olhos molhados e disse: "Tu não vai ser feliz quando eu estiver velinha e doente e não tiver dinheiro para me pagar hospital". Hoje me inscrevi pra medicina.
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Eu me apaixono todo dia e é sempre pela pessoa errada
Existem pessoas e pessoas. Algumas simplesmente têm sorte outras azar e ainda há aquelas que vivem na indiferença. Sorte no amor, sorte na hora da prova, sorte na corrida de cavalos. É tudo a mesma sorte e a mesma desgraça e descontrole. É aquela sensação de impotência e incapacidade misturada a frustração. Seria azar se apaixonar todo dia pela pessoa errada? Ou seria a sorte de nunca se achar em se perder em outra pessoa? Talvez azar e sorte sejam a mesma coisa, os dois são a coincidência, o acaso, tudo aquilo que não podemos controlar. Quando alguém perde dinheiro por exemplo, chama isso de azar mas quem achar esse dinheiro provavelmente chamará isso de sorte sorte mas poderia chamar de azar pois ambos são a mesmíssima coisa. Eu sou assim meio besta, penso de mais e falo de mais. Eu sempre tenho azar ou sorte, chame como quiser. O fato é que o acaso sempre vem bater na minha porta e eu sempre me apaixono pela pessoa errada. Isso acontece sempre, eu sou uma eterna apaixonada pelo que não posso ter, pela perfeita imagem platônica do amor, pela pessoa errada. Eu já me apaixonei por garotas, garotos comprometidos, caras perfeitos de mais, caras perfeitos de menos, e é sempre assim, sempre a pessoa errada. Mas até quando esperar que um cara que também se apaixona sempre pela pessoa errada me encontre e possamos ser a pessoa certa um do outro? Enquanto isso continuo sonhando, abandonada à minha própria sorte, ao meu próprio azar, à minha própria estrada. Como um certo garoto londrino dizia, eu sei que sou uma sonhadora, mas não sou a única. Então que eu me apaixone de vez por outro sonhador para que possamos juntos viver nossos sonhos perfeito de amores impossíveis.
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sábado, 26 de setembro de 2009
Redeção da minha alma
Sabe, eu vou pro inferno eu acho. Isso se ele realmente existir depois da vida, pois as vezes penso que vivo nele. Eu não sou católica, luterana, espírita nem ateu. Sou agnóstica. Isso é, apenas admito que não sei ao certo se existe um Deus (ou vários), afinal quem é prepotente o bastante para confirmar ou negar um ser divino mesmo que ele exista? Não a garota que aqui lhes escreve esse termo de aceitação de sua própria ignorância. Eu critico o fanatismo, não das pessoas em si como indivíduos, mas das instituições que não praticam o que pregam e mesmo assim se acham mais certas e cheias de rezão do que toda ciência e tentam passar por cima de tudo. A Igreja católica por exemplo, prega a simplicidade. Mas já deram uma olhada no simplório Vaticano? Eles têm um trono de ouro maciço que com certeza deve valer mais economicamente do que o PIB de muitos países africanos e latino-americanos. O Vaticano é cheio de obras renascentistas igualmente caras, assim como helicópteros e carros modernos. Sabe qual minha surpresa quando visitei a cidade? Tem-se que pagar entrada para visitar! Não que a entrada não valha cada centavo, por todo seu valor artístico e cultural, mas esta Cidade-Estado simplesmente caiu na hipocrisia de seus próprios valores morais. Não que a Igreja Católica não faça coisas boas como ajudar os pobres e acolher crianças abandonadas. Eu apoio por completo TODAS as Igrejas que fazem algo com intuito de ajudar, elas desempenham trabalhos sociais. A religião começou como um movimento de controle e opressão e esse conceito se consolidou através dos séculos e causa polêmica até os dias de hoje. A religião na minha opinião, mesmo sendo criada antes do próprio conceito de positivismo é positivista. Ela tenta guiar o povo como se fosse gado, dizendo-lhe o certo e o errado, o que fazer e o que não fazer, o caminho do céu e o do inferno. Tomo como exemplo outra vez a Igreja Católica, por ser a mais conhecida no Brasil, ela segue leis baseada em um livro escrito há 2000 anos atrás que são alienadas da realidade contemporânea em muitos aspectos. Porque os métodos contraceptivos são tão condenáveis se o feto não tem terminações nervosas formadas? Porque pagar o dízimo à Igreja mais rica do mundo? A Igreja não quer que os fieis pensem, para ela o importante é que eles tenham fé e acreditem cegamente no caminha indicada por elas como os peões indicam o caminhos para o gado tentando impedir que os animais descubram o buraco na cerca. Não sei se é uma coisa ruim como um todo a fé, mas não vejo vantagens em seguir algo que não tem comprovação real (pelo menos não para mim), algo inventado ou distorcido pelos anos e pelas pessoas. Se Deus fosse tão bom como pregam algumas religiões não haveria crianças morrendo com câncer terminal em corredores de hospital. Já que as crianças morrem, ficamos com duas opções, a) Esse Deus não pratica o que prega o que torna-o indigno de confiança ou b) Esse Deus simplesmente não existe. Eu optei pela opção b. Não me atire pedras, seria isso uma coisa tão condenável assim? A minha religião é o "BEM ou ainda o "AMOR" e eu prego esses dois conceitos. Faz tanta diferença assim se uma pessoa pede coisas a um ser divino ou simplesmente pensa positivo ou ainda é céptico e não acredita em nada disso, se essa pessoa pregar o bem? Acho que não. É como um time de futebol, não tem um time certo e outro errado para se torcer. Não concordam comigo quando digo que acreditar em um Deus é como saber que nunca se levará a culpa sozinho por deslizes cometidos? Sempre podemos dizer que foi assim porque Deus quis e tirar o peso dos ombros. Se Deus é onipotente e onipresente porque ir na igreja e se confessar? Se você se arrepender de seus pecados Deus saberá, seguindo essa lógica. Igrejas se contradizem. Críticas construtivas são muito bem vindas, mas pare e pense antes de julgar a opinião dos outros. E se poderem preguem sempre uma religião, o "AMOR", o "BEM".
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quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Vou ficar (quase) famosa
Recebi um convite, vou publicar um livro com alguns contos e outras coisas que escrevo. A Lucy e o Peroni, meus amigos poetas também. Nosso livro ainda não tem nome, mas já fomos convidados para um programa de TV. A gravação vai acontecer amanhã, nós vamos depois da escola direto para o estúdio da TVE. Ainda não sei ao certo quais textos irei mandar. Mas vou postar um que escrevi sobre uma menina que observava tudo, mas nunca dizia uma palavra.
Ela não era muda, só nunca sabia o que dizer para aquelas pessoas que sempre passavam apressadas pela pracinha. Ela passava as manhãs sentada no balanço vermelho. Dia após dia lá estava a menina com seus 15 anos balançando as suas ideias. E Marina era assim, meio muda, meio quieta. Quase nunca alguém vinha falar com ela, mas ela nem ligava, sempre foi assim. Ela observava calada as histórias das outras pessoas. De toda a praça, quem puxava um pouco mais de assunto com a menina era o Seu Pedro, um velinho já com seus oitenta e poucos anos bem vividos. Marina sempre observava-o passar. De um lado para o outro. Do outro lado para o um. De manhã ele saia cedinho para comprar jornal, depois ficava longas horas conversando com Antônio, o dono da padaria, de quem ele compraria uma baguete que acabara de sair do forno a lenha. Era sempre assim. E Marina com seu vestido de bolinhas sempre balançando no seu balanço vermelho. Depois de Seu Pedro comprar jornal e ficar longas horas conversando com Antônio, o dono da padaria, de quem ele compraria uma baguete que acabara de sair do forno a lenha, o velhinho sempre vinha puxar algum assunto meio besta com Marina. As vezes eram conversas sem pé nem cabeça. "Quando eu tinha meus 15 anos, e isso já faz algum tempo, meninas bonitas como você não ficavam assim, sozinhas. Cadê as outras meninas bonitas para você conversar?" Seu Pedro era um amor de pessoa. Mas a verdade é que não havia outras meninas bonites em lugar algum. Desde pequena Marina sempre achara suas colegas fúteis demais com toda aquela maquiagem e roupas caras, maior babaquice. Não se importava de verdade de não ter outras amigas ou amigos se Seu Pedro era seu único amigo. Ele era como um avô para Marina e ela se sentia revigorada a continuar lutando para não virar mais uma Barbie quando estava com ele. Depois de conversarem os dois assim como quem não quer nada por horas a fio, Seu Pedro parava de discutir as bobagens aleatórias e perguntava, pedia quase como súplica para jogar damas com Marina num dos tabuleiros de pedra da antiga pracinha. Ela era sua única amiga também, ele falava com gente de mais para dizer a verdade mas era Marina, aquela menina meio quieta de mais que passava os dias balançando suas ideias no balanço vermelho da antiga praça, quem enchia seus dias de alegria e trazia de volta um pouca da sua aurora. Ele parecia ter 15 anos como Marina. Mas o jogo de damas era sempre Seu Pedro quem ganhava não tinha jeito, estava 349 jogos a 4 para o risonho homem de cabelos grisalhos. Marina nunca se importara muito com as derrotas, mas valorizava muito mesmo cada vitória. Seu Pedro nunca deixava Marina ganhar, não facilitava um pouquinho sequer. Todas as 4 vezes que ela ganhara fora com os devidos méritos. E assim era Seu Pedro. E assim era Marina. Depois de passarem algum tempo juntos lá ia Marina almoçar na sua casinha de tijolo à vista, meio sem graça, ir pra escola, onde tinha dezenas de colegas mas nenhum amigo. E lá ia Seu Pedro para a biblioteca pública para a companhia de centenas de livros mas nenhum amigo. Eles não se viam mais naquele dia. Mas Marina sabia que no dia seguinte quando estivesse balançando suas ideias no seu balaço vermelho, Seu Pedro ia sair para comprar jornal e ficar longas horas conversando com Antônio, o dono da padaria, depois compraria uma baguete que acabara de sair do forno a lenha. Mas não naquela sexta-feira dos ventos, nem no dia seguinte, nem no outro. Nem no outro mês. Mas Marina estava sempre lá balançado suas ideias no seu balanço vermelho. Agora eram ideias tristes. Ela estava triste e suas ideias também estavam de luto. Era um nó na garganta, um aperto no peito. Marina tinha seus olhos mariscados azuis mar, marejados pela maré de lágrimas que manchavam de marinho sua marina face. Seu Pedro não voltaria. Ele não sairia para comprar jornal e nem ficar longas horas conversando com Antônio, o dono da padaria, de quem ele compraria uma baguete que acabara de sair do forno a lenha. Nem conversaria com ela, a menina Marina do vestido de bolinhas. Nem jogariam damas nas antigas mesas de pedra. A alma de Seu Pedro se fora com o sopro do vento da cálida madrugada de Outubro. Agora já se passara quase um ano que Marina se fechara por completo e já era indiferente a tudo. Já não se balançava em seu balanço vermelho. Já não jogava damas. Já não ganhava por méritos, nem perdia de lavada. Foi então que um dia confundindo a vida pacata de Marina se sentou do lado dela um garoto. Estava no ônibus, voltando da escola. Ela o ignorou como sempre fazia com todo mundo. Mas todo dia a história se repetia, sempre o mesmo garoto. Sempre o mesmo lugar. Então o garoto certa vez com um livro em mãos perguntou, meio como quem quer alguma coisa mas faz que não quer nada, para a menina Marina: "Qual seu nome? Não quero ser impertinente, é que eu sempre te vejo por aqui e você é tão bonita e sempre te vejo carregando livros inteligentes, livros que nos contam histórias que valem a pena ser lidas. Os livros são seus certo? Certamente deve tem amigas mas parece tão sozinha..." E Marina calada simplesmente fechou seu exemplar de A República e desceu três paradas antes da sua casa. Não podia falar com estranhos certo? Rubra, sem dirigir ao menos uma palavra ao garoto desceu aos solavancos. O menino não falou nada nos dias que se seguiram, nem sequer sentou no lado da nossa protagonista. Até que um dia Marina vendo que o garoto parecia infeliz foi se sentar ao seu lado meio desconfiada. Porque ela ficava tão infeliz assim pela infelicidade do garoto? Seu coração disparava. Suas mãos suavam. Seria medo? "Olá garoto, porque estás tão triste como a chuva que cai lá fora?" perguntou Marina. E o garoto se deteve a dizer: "Olá menina. Estou tão triste porque eu queria conhecer a menina de olhos azuis mar que faz meu coração disparar e minhas mãos suarem mas acho que meu passado engoliu o presente e hoje o futuro jaz morto como tudo na vida" Marina meio inquieta saiu na parada próxima. Marina tinha seus olhos mariscados azuis mar, marejados pela maré de lágrimas que manchavam de marinho sua marina face. Porque seu coração doía tanto? No outro dia lá foi Marina sentar do lado do garoto, agora ela via como ele era bonito com seus all star, jeans meio roto e camiseta azul. Azul marinho como os olhos de Marina. Hoje ele carregava alguns livros grossos. Eram apenas livros de escola, Marina supôs. Ah se marina tivesse coragem! Ou se controlasse o palpitar aleatório do seu coração... Marina estava tão perdida em meio a tantos pensamentos que nesse dia quando o menino desceu ela se sobressaltou, mas antes mas antes disso ele disse "adeus" e paralisou Marina beijou-a inesperadamente nos lábios. Adeus? Porque adeus? Pensou Marina atônita. Seu coração doía tanto! E ela passou da parada de sua casa. Não tinha jeito. Teria que caminhar. Estava saindo do ônibus quando viu que o garota havia deixado algo no banco. Um livro. Luna Clara e Apolo Onze. Luna Clara e Apolo Onze? Desceu do ônibus com o livro em mãos. Por meses o livro ficou esquecido na gaveta. Certo dia abriu-o. E leu na primeira página. E a segunda. E todas elas. No final do livro havia uma coisa escrita com uma caligrafia meio inclinada, meio apagada. Era difícil de ler. Marina cerrou os olhos e leu: Pedro Dorneles. Pedro fora o primeiro grande amor da menina Marina.
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Eu não sei falar
E no meio da festa, no meio da multidão, cheia de rostos, vazia de expressões estavam duas garotas. As duas se fitaram por um momento. Lá estava eu, no último sábado 19. Eu estava realmente feliz, estava mesmo. Mas daí olhei para a outra garota, senti um aperto no coração. Por quê ela não estava se divertindo? A culpa seria minha? Talvez algum comentário mal interpretado... Então como que confirmando minhas suspeitas ela disse: "Vai lá, não precisa ficar aqui comigo. Vai te divertir" Como assim? Eu estava me divertindo, estava realmente feliz, mas a aparência um tanto culpada da garota me deixava confusa. Eu não conseguia ler sua expressão! Seria eu tão inssenssível assim? Então, talvez sendo até um tanto arrogante respondi sem ezitar: "Não, evidente que não. Vou ficar aqui" Eu queria ficar ali. A companhia da garota me deixava feliz. Eu QUERIA ficar ali, isso é o que meu coração dizia. Não era como se me sentisse presa pela presença da garota. Tola que sou. Pra que mentir agora? Eu estava presa. Mas se amar é estar preso por vontade e amizade também é uma forma de amor, eu estava presa por vontade. E no meio do meu turbilhão de pensamentos tentando entender o que a garota realmente queria, tentando debilmente ler seus pensamentos vi que a garota ainda meio incerta da minha última resposta me observava em silêncio como que insistindo para que eu fosse. Levantei meus olhos. Achei força dentro de mim. Meus pensamentos se esvaíram todos. Minha mente estava calma, vazia. Fitei-a somente por um segundo ou dois. Finalmente estava concentrada o bastante para falar: "Eu não quero" E eu não queria ir embora, eu não queria deixar sozinha quem eu queria estar junto. Eu estava exatamente onde eu queria estar.
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sábado, 19 de setembro de 2009
Todos os artistas esquecidos, Arte Fantástica
A Arte Fantástica é um dos meus estilos de arte favoritos. É muito leve em termos estéticos, é bom de ver. Essa arte nos remete a um universo lúdico e me faz lembrar de quando eu era criança. Talvez eu ainda seja criança porque não perdi a capacidade de me espantar com o mundo mas isso não vem ao caso. E quanto as obras tirem suas próprias conclusões. Aos meus olhos a Arte Fantástica é simplesmente perfeita. Mas arte não depende só de quem pinta ou dos críticos, ela acaba toda vez que alguém a vê e diz: "isso É arte!" Então um mesmo quadro pode ser finalizados centenas, milhares de vezes.
Rob Gonsalves
Rob Gonsalves
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
O nosso amor a gente inventa
"Na Fontana de Treve. Fechei meus olhos e pedi conhecer ao menos uma vez o sentimento mais sincero, puro e raro. O amor." Esse é um trecho de um diário de viagem que escrevi. Já faz alguns meses... Mas por vezes ainda me pego pensando nisso. Ahhh o amor. Não sei se conheço ao certo. Todas as vezes que acreditei amar acabei me frustrando e descobrindo que o amor estava dentro de mim e não em quem eu acreditava amar. Eu sempre amo pelos dois. Amor sempre é a minha capacidade de amar e não algo existente nas outras pessoas. Eu sei amar, mas as vezes parece que as pessoas perderam a capacidade de amar de volta de um jeito autruista. Pessoas alienadas desconfiam de quem ama incondicionalmente e não pede nada em troca. Isso não é amor. Amor eu ainda não sei o que é. Não é algo simples, não acredito que dê para se explicar. Conheço o verbo amar. Eu amei. Mas acredito que nunca me amaram verdadeiramente de volta. Não conheci o amor. Espero que um dia chegue a conhecer. Quero amar. Quero reaprender a viver. Reaprender o significado do verbo. Aprender a conjugar o NÓS amamos. Sinto falta de alguém pra amar e me perco em tédio e insignificância. Talvez meu príncipe nunca venha. Eu sei. Muitos inclusive dizem que amor é uma lenda. Se ele é uma lenda eu não sei porque mesmo que eu não viva o amor mas ele vive dentro de mim. Amo meus amigos, meus pais e eles me amam de volta, mas isso é amor fraterno. Digo amor no sentido romântico da palavra. Me acho em me perder nas palpitações incertas do meu coração e me perco de novo na ignorância. Então como mera observadora de uma história que não conto, faço um pedido. Se você sabe quem ama e essa pessoa te ama de volta, aproveite cada segundo pois muitas pessoas nunca chegam a realmente conhecer o amor. Talvez eu nunca conheça, então não deixe que pequenas adversidades sejam causa de grandes tempestades! Ame verdadeiramente. Ou simplesmente imagine, pois o nosso amor a gente inventa!
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Sei que as vezes uso palavras repetidas, mas quais são as palavras que nunca são ditas?
Muita gente ama os animais. Na verdade a esmagadora maioria das pessoas. Sabe, os animais não mentem estar feliz ou triste. Eles são eles mesmos o tempo todo e isso me traz certo fascínio. Não questiono aqui se os cães amam, têm alguma capacidade de pensar racionalmente nem se têm alma. Eles sentem dor, sentem fome, sentem frio e isso é irrefutável. E sabe o que mais me irrita? Pessoas que batem em crianças, velhos e animais de rua. Socar quem não pode socar de volta é repulsivo. Não consigo entender o que leva alguém a espancar uma criança até a morte, nem atear fogo em mendigos. Então porque entenderia centros de zoonoses que chacinam cães e gatos? Nas chamadas carrocinhas, os animais são mortos três dias depois de recolhidos das ruas e mesmo que os métodos sejam tidos como humanos (injeção letal) isso simplesmente não é humano! Mas tem gente que simplesmente fecha os olhos pra não enxergar e é essa mesma cegueira que nos faz mudar de canal quando estão mostrando uma reportagem sobre a fome na África ou mesmo no Brasil. Mas ignorar e não concordar nos faz hipócritas, e o velho clichê "quem cala consente" aqui é muito válido. Eu simplesmente decidi que preciso TENTAR mudar o que eu acredito estar errado. E matar covardemente animais É errado. As vezes sinto que se não fosse ilegal o governo mataria crianças carentes, mendigos e idosos. Afinal aos olhos políticos são estorvos que esvaziam os cofres públicos e sem poder de voto. E ninguém parece ligar muito. Passamos na rua e não olhamos nos olhos das crianças que nos pedem comida, não ajudamos velhinhos a atravessar as ruas, ignoramos animais que estão sendo mutilados. Pesso que não seja assim. Dê comida as crianças que pedirem, adote crianças, seja educado mesmo com quem não merece, ADOTE animais. Não precisa ser de ONGs. Vá aos centros de zoonoses, adote animais que morrem um pouco por dia nas ruas, dê uma chance. Só assim teremos um Brasil onde vemos que nem só de políticos se faz o Estado. Um país onde crianças não são tratadas como lixo e as pessoas e animais têm um direito real a vida.
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Todas as cartas perdidas
Sabe, eu devia ter dito. Devia ter falado. Eu tentei. As cartas é que não chegaram. Escrevi linhas e mais linhas e não disse nada, nunca cheguei a entregar uma sequer. Sabe aquela vez que você me machucou? Eu não estava com raiva de você, não de verdade. Estava com raiva porque sabia que por mais que eu tentasse, não conseguiria reaprender a confiar em ti. E sabe quando disse que não te amava, que pra mim também era só amizade? As cartas de amor tenho todas guardadas. Meu coração estava quebrado e eu chorava sozinha. Perdi amigos e algumas guerras por não dizer o que realmente pensava e me apoiar no meu orgulho. Escrevi tudo, mas não tive coragem de mandar. Me lembro também de um amigo, que era amigo. Ele me humilhou. Me fez chorar, me chamou de tola. Aceitei hipócrita, desculpas falsas, quando na verdade queria entregar as cartas. Cartas que escrevi dizendo que não odiava, que talvez eu simplesmente não me importasse mais, mas não podia esquecer tudo o que me fez passar. Simplesmente não podia. Não conseguia. Mas mesmo que todas as suas palavras fossem cruéis, eu estava sempre lá, as cartas nunca chegaram. E eu sabia. Mas hoje vou mandar todas as cartas que não mandei. Talvez alguém perdoe meus pecados. Ou não. Me culpo por todas as cartas que escrevi aos meus amigos e não mandei, queria dizer que eu estaria sempre ali. Mas hoje temo que alguns desses amigos tenham partido pra sempre da estrada da minha vida. Talvez para um lugar onde as cartas nunca cheguem, mesmo que eu as mande. Ter uma gaveta cheia de cartas é como gritar e não ser ouvida. Mas não porque os outros tampam os ouvidos, mas porque eu mesma abafo meus gritos no travesseiro. Cansei de escrever, meu pulso dói. Cartas que escrevi sobre bobagens e não mandei. Afinal eram bobas de mais, quem daria importância as loucuras de uma menina? Mas agora que penso, talvez nem fossem cartas tão bobas assim, afinal minhas palavras não eram vazias. Nunca fui leviana com os sentimentos de ninguém. Mas algumas vezes perdoei levianidade com os meus. Mas sabe as cartas? Nunca mandei. Peço desculpas aos meus pais, que tantas cartas escrevi. Nenhuma sequer eles receberam. Peço perdão pelas horas no computador, pelas vezes que dizia odiá-los, pelas oportunidades de pedir desculpas desperdiçadas, pelas vezes que não fui totalmente sincera, pelas colas nas provas de química, pelas vezes que me frustrei por não entender suas razões, pelas chances de dizer "eu te amo" que deixei passar. Mas as cartas eu ainda tenho. Estão todas na gaveta e agora aqui também. Se uma dessas cartas foi para você que lê meus pensamentos escritos, pegue-a e guarde. Ou queime se quiser. Mas hoje me livro de todas as cartas perdidas.
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domingo, 13 de setembro de 2009
Anoiteceu em Porto Alegre
Os garotos não sabem, mas tem dias que nós mulheres acordamos simplesmente gordas. Algo muito forte me leva a crer que Deus odeia todas as mulheres em dias em que temos compromissos importantes. Como a festa de ontem por exemplo. Nossa bunda costuma ter o dobro do tamanho normal e bate aquele arrependimento por ter matado a academia a semana inteira. Daí depois de experimentar todo nosso próprio guarda roupa e descobrimos que ficamos feias em tudo (TUDO MESMO) partimos para as roupas das nossas mães, o que acaba por nos deprimir mais ainda pois parecemos as nossas próprias mães e não simplesmente mais velhas como era nossa intenção. Mas amigas, uma dica, não tente (EM HIPÓTESE ALGUMA) experimentar as roupas da sua irmã mais nova. Você descobrirá que se olhando no espelho parecerá MAIS gorda e TUDO parece curto de mais e a maioria das calças sequer fecham. Daí nos damos conta que nós PRECISAMOS comprar roupa. E foi exatamente isso que eu fiz. Saí e comprei roupa. Nós mulheres sabemos muito bem que os sapatos são bonitos OU confortáveis. Infeliz hora que escolhi os bonitos. Enfim. Cheguei na festa era 00:30. Eu já estava calma e feliz com meus amigos quando entramos na fila. Meu amigo Cadu não parava de reclamar de tudo. Absolutamente TUDO. Era o frio, o casal gay na nossa frente, sono, fome... Enfim, o Cadu estava sendo o Cadu. A Bianca me apresentou o Adam e a Ju que eram pessoas alegres como eu e ela, que riem, pulam e cantam. A fila da Cord estava gigantesca e se arrastava vagarosamente. Todos pegando chuva. Conseguimos entrar somente perto das 2:00. Lá dentro o calor fez o humor de todos melhorar, até o Cadu já tinha parado de resmungar. Era um clima muito bom. Quentinho e seco com música pop e rock. PERFEITO. Estávamos animados, fomos dançar na pista de baixo e ficamos assim algumas músicas. Daí nos resolvemos, cada um pro seu canto. Ninguém saiu no zero a zero. Depois da festa eu, Cadu e Gabriel (amigo do Cadu) fomos para um posto de gasolina que tinha em frente. Esava todo mundo morrendo de sono por causa da noite agitada, (afinal era quase 5:00), mas todo mundo estava feliz também. E eu além de feliz estava enjoada e com dor de cabeça o que rendeu algumas piadinhas com relação a uma suposta gravidez por parte dos garotos. Mas não eu não estou grávida para alegria dos meus pais, embora falar falsamente preocupada com relação a isso com eles seja engraçado. E afinal eu sei que minha dor de cabeça e enjoo se deviam aos milhões de cigarros passivos que devo ter fumado lá dentro. Meu pai veio me buscar pouco depois disso. E posso dizer com toda certeza. Essa foi uma noite poesia e muito rock'n roll.
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sábado, 12 de setembro de 2009
Sexo, drogas e rock'n roll, enfim. Tudo é poesia!
Minha vida tá meio confusa, mas muito divertida. Tudo é sexo, drogas e rock'n roll mas sem a parte das drogas. Hoje tem uma festa muito de mais, a HOT que vai ser na Cord, uma das melhores casas noturnas de Porto Alegre. Ainda nem acredito que a meus pais não estão surtando tanto como antes. Eu amo eles, e acho que eles finalmente entenderam que eu não sou uma doida varrida e posso cuidar de mim mesma pelo menos em parte. Eu nunca cheguei de porre em casa, nunca me coloquei em situações de risco, nunca gostei de pagode nem de funck. E tudo isso é poesia, pois é bom estar feliz e fazer o que a gente gosta, seja ler um livro épico ou ir num show de rock. No meu caso eu gosto dos dois. Sabe isso tudo? É vida. É a minha vida. A vida que eu escolheria dentre todas as outras. E é isso que digo pra todos que quero bem, pense. Reflita. "O que me faz feliz de verdade?" Depois que pesar as consequencias e souber a resposta, siga em frente sem medo. Passe pela vida e não deixe que ela passe por você. Faça tudo o que você sempre quis! Corra, cante, dance. Esqueça o que os outros vão pensar, esqueça o que as pessoas fazem na TV, seja você mesmo e nunca olhe para trás, nunca se arrependa de nada que você fez. Seja quem você sempre quis ser! Seja feliz, viva rock'n roll, viva poesia.
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Teorias de conspiração a parte 9/11
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Quem me dera ao menos uma vez explicar o que ninguém consegue entender
Não sei ao certo porque algumas pessoas riem quando eu choro.E também não sei porque algumas pessoas choram quando eu choro.
Não entendo as aulas de trigonometria.
Também não entendo as pessoas que mataram meus sonhos.
E não sei porque algumas pessoas falam tanto se não têm nada a dizer.
Na rua não sei em quem posso confiar.
Desculpa se não sei se um dia serei capaz de te dar meu amor.
Não sei porque você não me ligou.
Não sei porque as vezes não entendo o que eu leio nem o que meus pais dizem.
E não sei o que faz as pessoas gritarem tanto.
Não entendo porque eu busco algo pelo que lutar se eu não entendo meus ideais.
Não sei porque as vezes finjo entender o que não entendo.
Não aprendi a perdoar nem a odiar, talvez algum dia eu aprenda.
Mas peço que não seja você a me ensinar.
Eu sei que eu não sei, seria essa mais uma frase feita que eu não entendo?
Mas pode ser que talvez um dia eu saiba tudo o que eu não sei.
Não sei porque me dizem inteligente se eu nada sei.
E eu não sei porque não importa o quanto eu me importe, algumas pessoas simplesmente não se importam!
Mas entendo algumas coisas.
A maioria dessas coisas que entendo são inutilidades aleatórias há muito esquecidas.
Ahh se pudesse fazer você entender uma das poucas coisas que já sei...
Eu te diria para confiar no que eu faço e não no que eu digo, pois palavras são palavras vazias. Se digo que te odeio, talvez não seja tão verdade assim, mas se mostro que te amo confia em mim!
Me ensina a confiar em ti? Me mostra o que não sei, me ensina, para que eu possa ser sua amiga também!
P.S.- Este é um video muito perfeito sobre amor e duas crianças separadas por um vidro inquebrável, eu quase chorei vendo. É simplesmente lindo!
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
A vida nada mais é do que viver cada coisa que acontece
As vezes a vida é estranha. Muito estranha. Mas depois de um tempo, aprendi alguns padrões; assim como sei que depois de uma subida numa montanha-russa provavelmente ela irá despencar em queda livre sei que a vida geralmente é assim também. Mas depois vem uma reta e a reta apesar de meio monótona me dá segurança. Eu gosto das retas. E acho que estou em uma agora. Me sinto viva. Me sinto feliz. Sabe aquele alívio depois da queda? É assim que me sinto. Mas sabe o que foi bom na queda? Eu aprendi. Aprendi a não confiar nas subidas pois elas potencializam as quedas. Na vida aprendi que confiar em quem é "bonzinho" de mais não é seguro e que ser bonzinho não é bom. Me fortaleci, fiquei mais forte e cresci como pessoa. As quedas valem a pena! Aprendi a não chorar por quem não merece minhas lágrimas. E aprendi que aqueles que as merecem não me fariam chorar. Depois que o choque da queda passa podemos ver como somos fortes e corajosos! Muitas pessoas não se arriscariam em tamanha aventura. Já me surpreendi algumas vezes, depois da subida havia uma reta! Na vida também é assim, algumas pessoas nos surpreendem e outras nos decepcionam e não há nada que possamos fazer para evitar ou prever. Mas eu prefiro embarcar em todas as montanhas russas a viver com medo, pois aprendi que todas elas me trazem algo de bom, seja aprendizado ou pessoas que farão parte da minha vida pra sempre. Obrigada por tudo, do fundo do meu coração, a todos aqueles que me ofereceram retas depois das subidas! Vocês me fazem espantar e continuar a viver essa coisa estranha chamada vida!Postei abaixo um dos melhores curtas que já assisti, ele tem a ver com nossas relações com as outras pessoas, é dirigido pela Adriana Falcão e ganhou um concurso internacional. Imperdível!
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Meninas têm notas piores em matemática que meninos!
E eu estava a me perguntar nessa última terça-feira, porque será que as meninas tiveram um rendimento tão inferior em relação aos meninos na prova trimestral de matemática? A prova que ocorreu no mesmo dia em questão foi praticamente a causa de um suicídio coletivo por parte grande parte dos alunos secundaristas do JPN em recorrência das notas desesperadoras obtidas inclusive por alunos e alunas que são considerados gênios da nova geração. Levando mais a fundo a questão descobri que 90% das alunas diz adorar as aulas de matemática, porém apenas 5% dos seus colegas de sexo masculino disseram o mesmo. O que leva as meninas a amar matemática e irem mal nas provas trimestrais e meninos a odiar e irem bem? Resolvi entrevistar uma colega a respeito do caso. Porém, infelizmente ela não quis se identificar. A entrevista se segue:
Anônima: oi. Repórter: oi, posso fazer umas perguntas a respeito da prova de matemática? A: pode. R: o que você acha que está causando a desatenção das alunas durante as aulas de matemática? seria um esmalte novo ou um aqueles livros de auto-ajuda? A: ¬¬, por experiência própria (ano passado), diria que a culpa é de nosso professor. R: porque? ele não explica direito? A: na realidade ele explica bem DE MAIS. Esse é o problema. As alunas prestam total atenção em seu.... como direi... hum, você sabe... cabelo :) R: E você se enquadra nesse grupo de alunas? a:Hoje superei esse mal, depois de alguma sessões no MA (Mauromaníacas Anônimas) e um namorado muito maravilhoso,que eu descobri ser o amor a minha vida, superei o mal. Para quem sofre com o mesmo problema sugiro que frequentem o grupo (inclusive a senhora, repórter :))
Agora que sabemos a causa do baixo rendimento matemático, postei abaixo um vídeo do dito-cujo:
P.S.- Caros pais e mães (principalmente pais) preocupados com o rendimento escolar de suas filhas, na próxima vez que sua filha quiser namorar "aquele" primo ou vizinho, lembrem-se! É cientificamente provado que o envolvimento amoroso da mesma irá aumentar suas notas em matemática!
Anônima: oi. Repórter: oi, posso fazer umas perguntas a respeito da prova de matemática? A: pode. R: o que você acha que está causando a desatenção das alunas durante as aulas de matemática? seria um esmalte novo ou um aqueles livros de auto-ajuda? A: ¬¬, por experiência própria (ano passado), diria que a culpa é de nosso professor. R: porque? ele não explica direito? A: na realidade ele explica bem DE MAIS. Esse é o problema. As alunas prestam total atenção em seu.... como direi... hum, você sabe... cabelo :) R: E você se enquadra nesse grupo de alunas? a:Hoje superei esse mal, depois de alguma sessões no MA (Mauromaníacas Anônimas) e um namorado muito maravilhoso,que eu descobri ser o amor a minha vida, superei o mal. Para quem sofre com o mesmo problema sugiro que frequentem o grupo (inclusive a senhora, repórter :))
Agora que sabemos a causa do baixo rendimento matemático, postei abaixo um vídeo do dito-cujo:
P.S.- Caros pais e mães (principalmente pais) preocupados com o rendimento escolar de suas filhas, na próxima vez que sua filha quiser namorar "aquele" primo ou vizinho, lembrem-se! É cientificamente provado que o envolvimento amoroso da mesma irá aumentar suas notas em matemática!
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